ALGUNS VISITANTES ILUSTRES
A Madeira foi desde sempre local de acolhimento de personalidades ilustres. De entre estas a História regista algumas de renome.
No século XV a Madeira acolheu Cristóvão Colombo como comerciante de açúcar e depois aventureiro.
Aqui casou com Filipa de Moniz filha do Capitão da ilha do Porto Santo onde nasceu o único filho, Diogo.
Ao longo dos tempos as portas estiveram sempre abertas mas foi a partir do século XIX que aumentou o número de visitantes ilustres.
A ilha, considerada desde o século XVI um excelente local de cura, transforma-se num sanatório natural, que acolheu escritores, poetas e aristocratas.
Em 1852 chegou ao Funchal a princesa D. Maria Amélia, filha do Imperador do Brasil. Alojou-se na Quinta das Angústias, hoje Presidência do Governo Regional da Madeira.
Faleceu na Madeira a 4 de Fevereiro de 1853 e a sua mãe decidiu instituir em sua memória o Hospício da Princesa D. Maria Amélia para assistência aos tuberculosos.
Sissi, a Imperatriz da Aústria que entre 1860 e 1894 visitou a Madeira por duas vezes.
Servia-lhe de morada a desaparecida Quinta Vigia, onde em sua memória se ergueu uma estátua do mestre Lagoa Henriques.
O século XX anuncia-se com novos visitantes que chegam à ilha atraídos pelas suas belezas.
Em 1921 a ilha acolheu no exílio o Imperador Carlos D’Aústria e a sua esposa Imperatriz Zita.
Preferiu o sossego da Quinta do Monte e aí ficou após a sua morte em 1922 no mausoléu feito de propósito.
De entre os muitos escritores que visitaram a Madeira não poderá esquecer-se Bernard Shaw que desembarcou no Funchal em 30 de Dezembro de 1924.
Aqui ensaiou os primeiros passos com Miss Hope du Barri, sob olhar atento do professor, Michael Rider.
O último visitante desta lista é Sir Winston Churchill, estadista e político inglês.
